El asunto de este tema del foro es la discusión sobre el programa del VIº Congreso. Empezamos con una recopilación de comunicaciones previas:
03.10.05. Sergio Perazzo
Querida Marisol
Queridos amigos ibero-americanos.
Tenho várias coisas a dizer sobre o próximo congresso da Espanha;
1. Sei, Marisol, o trabalho que dá para organizar um congresso e você já está trabalhando muitíssimo. Muito obrigado a todos vocês desde já. No entanto, é preciso considerar que quem organiza um congresso de psicodrama deve atuar como um diretor de psicodrama e cuidar todo o tempo do aquecimento dos congressistas para que todos nós possamos andar no mesmo ritmo, caso contrário ficamos com a ilusão de eficiência e, na verdade, não estamos andando juntos. O congresso do México aconteceu no primeiro semestre e para quem participou dele (apenas 5 colegas espanhóis estavam presentes), ainda é prematuro pensar em 2007. Para quem não está organizando é muito difícil pensar em la Coruña. Por isso, os organizadores têm que cuidar do aquecimento de todos para o congresso fazendo uma grande campanha de divulgação para motivar os diversos psicodramatistas a se mobilizarem para a Espanha. Não basta confiar apenas no site do congresso ou numa comunicação esporádica via internet. Esta campanha tem que ser feita com a ajuda das instituições de todos os países. Por exemplo, no Brasil no próximo ano, em São Paulo, antes do ibero teremos um congresso do IAGP no primeiro semestre e um congresso brasileiro de psicodrama no segundo semestre. Portanto, só no Brasil existem 3 aquecimentos progressivos e sucessivos a serem feitos, com inscrições a serem pagas e o ibero-americano é o último dos 3. É claro que os organizadores querem organizar tudo prontamente. É compreensível. Mas o que já está acontecendo na organização do ibero é um prato já pronto que nos está sendo oferecido sem primeiro ouvir o que temos a dizer. Considerem que o aquecimento está começando agora e já estamos nos deparando com uma grade de atividades já pronta. Vamos listar algumas coisas.
2. Venho insistindo há muito tempo que um congresso de psicodrama não deve ter tema. Tema em congresso de psicodrama é uma conserva que limita a aceitação e a apresentação de trabalhos. A forma como as apresentações já estão organizadas mostra claramente isso. Em primeiro lugar, trata-se de um congresso de psicodrama e, como tal, qualquer tema de alguma mesa tem que ser um tema de psicodrama, caso contrário estaremos falando de coisas de uma cultura geral e não de uma cultura psicodramática específica. Os temas escolhidos por vocês: "Conflitos interculturais", "Síndromes culturais" e "Novos modelos de convivência familiar" são interessantes, mas, onde está a proposta psicodramática? Um congresso de psicodrama existe para contemplar o maior número possível de trabalhos práticos e teóricos de psicodramatistas ibero-americanos. Todos se inscrevem para isso. Uma grande parte dos participantes se inscreve para apresentar seus próprios trabalhos. Para dar um exemplo recente, no México participaram 400 congressistas, 200 psicodramatistas e 200 universitários (no congresso no Brasil e na Argentina havia entre 800 e 900 participantes). No México, os 200 psicodramatistas apresentaram aproximadamente 77 vivências (talleres), 49 escritos psicodramáticos (ponencias), 9 posters (carteles), 16 mesas-talleres e 16 "conversando com...". A pré-programação para o congresso de La Coruña prevê, pelo que eu entendi, 12 talleres direcionados para os 3 temas já escolhidos por vocês, 8 tallers livres e 48 ponencias. Vocês já se deram conta que o trabalho prático de psicodrama que será oferecido aos diretores estrangeiros representa 10,3% do que foi oferecido no México? Levando em conta que o trabalho prático de psicodrama (talleres) é o mais valorizado e procurado pelos psicodramatistas, vocês já pensaram que vão ter que recusar 90% dos talleres propostos pelos psicodramatistas? Quem vai querer pagar 300 euros para ver recusada a sua proposta de direção de um taller? Esta organização inicial está desequilibrada quanto à teoria e à prática. Outra questão: nos últimos congressos ibero-americanos consideramos uma evolução dar o tempo de 30 minutos para a apresentação de um escrito psicodramático. É uma questão de respeito àquele que produz um trabalho de psicodrama com tanto esforço. Apenas 3 apresentadores por sala, 30 minutos para cada um e 30 minutos para discussão com o público. Funcionou muito bem nos últimos congressos. Reduzir de novo uma apresentação para 15 minutos e com mais de 3 por sala, não só é um passo atrás do que já conseguimos, como também é repetir as conservas dos congressos médicos e de psicologia. Como psicodramatistas, por coerência, temos que inovar e não copiar o que já se provou como ineficiente. Não custa dar uma olhada no regulamento do congresso do México. O regulamento do congresso é a primeira coisa que se faz e que norteia o bom andamento de todo congresso.
3. Quanto às datas-limite para inscrição de trabalhos e envio de resumos, são irreais. Enviar resumo até o fim deste ano é prematuro por dois motivos. Para inscrição de trabalhos é necessário se inscrever no congresso. Nem há ainda aquecimento para isso e não há dinheiro ainda para a inscrição. Além disso, a maioria dos psicodramatistas ainda não se organizou para pensar num tema de trabalho. Por isso a campanha é importante. Para aquecer cada um a escrever um trabalho ou dirigir um taller. É mais razoável pedir a inscrção e o resumo para junho de 2006 e o trabalho completo para dezembro de 2006. Em todos os congressos os trabalhos acabam sendo escritos na última hora. As inscrições idem.
4. É claro que as inscrições estão caríssimas para o bolso dos latino-americanos. É possível pensar em alternativas? Está mais de 2 vezes mais caras que nos congressos anteriores.
Desculpem-me ter que fazer o papel de advogado do diabo, mas alguém tem que fazer este papel. Visto inteiramente o personagem. Faço, no entanto, com muito carinho e afeto, reconhecendo o belo trabalho que vocês estão fazendo, mas ibero-americano é a nossa co-construção. Espero ter contribuido para algo. Que seja para uma reflexão e discussão. Um abraço amigo para todos vocês.
03.10.05 Ernesto Fonseca
Queridos todos:
Comparto seriamente con Sergio algunos puntos:
1. Deberíamos "pasar" de ponerle título a nuestros Congresos, a no ser que quiera presentarse una "Ponencia" central, con alguna persona significativa. La verdad es que yo particularmente presento siempre lo que me parece que puede ser interesante, oel tema con el que estoy en dicho momento, nunca me fijo - desde hace tiempo - en el título de la ponencia. De todas formas, no creo que eso sea motivo para que el comité científico rechace un taller ó una comunicación.
2. También es cierto que no debemos imitar los congresos médicos, sobre todo en cuanto a la duración de las comunicaciones, me parece bien que sean de 30'...
Otra: Sí que es cierto que deberíamos movilizarnos TODOS para difundir el Congreso, sea en Brazil, en el IAGP ó en su congreso nacional como en el resto de países. Los mexicanos se desplazaron varias veces para lograr inscripciones, no sé si nosotros deberíamos hacer lo mismo, pero creo que deberíamos responsabilizarnos (todos los Delegados y si no nombrar a varios) para dicha difusión en TODAS nuestras actividades académicas. Desde luego que es una responsabilidad mayor para los españoles, ya que el Congreso se celebrará en nuestro país, pero no estaría de más que TODOS los Delegados tuviéramos cuanto antes INFORMACIÓN en forma de trípticos, carteles etc.... para difundir el Congreso de A Coruña en TODAS nuestras actividades académicas, repito.
OTRA: Y eso va para los compañeros de Ecuador y Venezuela: les insistí allá y vuelvo a hacerlo ahora: encuentren contactos en Bolivia, Colombia y Perú. Me extraña, sobre todo de Perú, que no haya dado señales de vida psicodramática. Santiago Jácome me habló de un contacto boliviano si mal no recuerdo, habría que escribirle y, sobre todo, facilítennos e-mail's para hacerlo también nosotros.
03.10.05 Marisol Filgueira
Voy ampliando el listado de destinatarios de este debate en la medida en que se amplían los puntos debatidos, pues entiendo que hay que recabar más opiniones antes de inclinarnos por una postura. Para quienes no estaban en el comienzo de esta cadena, adjunto un archivo donde reproduzco los puntos principales tratados.
Gracias por la comprensión y los apoyos recibidos (Portugal, Venezuela, Argentina, Costa Rica, España, México...). También por las opiniones, comentarios, sugerencias… aún cuando no sean favorables a mis propuestas.
Liliana, no estuve en tu congreso de Buenos Aires pero conozco bien el poder de convocatoria al encuentro que tenéis los argentinos, vuestra solidaridad, rebeldía, capacidad de esfuerzo… para saltar cualquier obstáculo que se oponga a vuestras nobles causas y merecidos objetivos. Un ejemplo a seguir. Es el modelo de organización que he utilizado en otros eventos de ámbito más reducido, cuando estaba en pleno ejercicio docente y contaba con varios grupos de formación por toda Galicia dispuestos a trabajar. Desafortunadamente, en el momento actual no cuento con un equipo suficiente de colaboradores que me permitan afrontar el gran riesgo de un Iberoamericano sin la infraestructura de la agencia. No obstante, el pequeño equipo organizador contiene elementos clave para resolver los escollos más críticos. Pero estamos demasiado desbordados para llevar personalmente todo el trabajo de organización, honestamente, no es sólo un decir (y no os aburriré relacionando todos los compromisos que me traigo entre manos en este momento y hasta el 2009 por lo menos).
Andrés López, encantada de saludarte por primera vez, bienvenido a este foro. Tus útiles consejos están incorporados en nuestros planes estratégicos para las ayudas económicas. Del éxito de estas gestiones dependerá la reducción de las cuotas de inscripción y espero poder dar esa buena noticia cuanto antes. Pero insisto: hasta principios del 2006 no se pueden solicitar formalmente las ayudas institucionales. Estoy a la espera de un texto sobre “Psicodrama y Psicofarmacología” que escribirá Ernesto Fonseca precisamente como cebo para pescar laboratorios (y no estoy trivializando), con toda la seriedad necesaria para atraer las fuentes de financiación. Revisaremos los plazos y los contenidos del programa, tal como sugiere también Sergio, con este y otros objetivos.
Sergio, amigo, sé que alguien tiene que hacer de abogado del diablo y, por incómodo que nos resulte a ti ejercer ese rol y a mi dar respuesta al mismo, yo era consciente, cuando acepté la organización del congreso, del trabajo y complicaciones que conlleva, y así lo asumo. No me incomoda personalmente recibir críticas, tan sólo me inquieta cómo satisfacer todas las expectativas y demandas que me llegan, cómo acomodarlas dentro del mismo programa con un tiempo limitado. Y paso a meditar sobre lo que planteas:
Tengo bien presente que el Iberoamericano es nuestra Co-construcción y es para mí de lo más relevante lograr que así sea vivida la organización del VIº en La Coruña (de hecho, mi selección del tema y las explicaciones en la convocatoria tienen esa intención).
¡Por favor, respondan rápidamente los que tengan algo que decir!
Lo siento, Sergio, son mis ritmos.
04.10.05 Sergio Perrazo
Querida Marisol
Queridos amigos
Quero deixar claro para os colegas para quem também estou endereçando este e-mail, que sou amigo da Marisol desde 1991 e que a considero uma psicodramatista de primeira linha, inteiramente comprometida com o psicodrama e com o seu trabalho. Quero dizer também que o meu entusiasmo pelo nosso ibero é muito grande e que todos nós devemos cuidar dele como um filho nosso. Por isso tenho ainda muitas coisas a dizer e a responder à Marisol, sempre como sugestões, reflexões e críticas construtivas, visando o melhor andamento possível do nosso congresso. Não sou nem quero ser o dono da verdade e não acho que tenho sempre razão ou a melhor solução. Como já participei da organização de vários congressos, nacionais e internacionais, e presidi o 2º ibero no Brasil, tenho muito o que compartilhar e acredito que posso ajudar. Falarei, então, tudo que penso. Peço a cada um dos colegas a quem envio este e-mail que transmitam à Marisol o que pensam das minhas considerações. O que concordam e o que discordam. Só assim a Marisol terá uma idéia se o que estou falando é voz isolada ou pensamento da maioria. Estou propondo uma verdadeira co-criação. Por enquanto, tenho a dizer o seguinte, respondendo a este e-mail da Marisol:
1. Ritmo e aquecimento: nós, os que fomos ao México este ano, estamos como se tivéssemos acabado de almoçar. Estamos ainda fazendo a nossa digestão psicodramática. Marisol, com muito trabalho e muito carinho, acabou de preparar uma paella maravilhosa e veio até nós nos oferecer. Acontece que ainda não temos fome e nem começamos a pensar no jantar (cena). Que fazer? Vamos comer sem fome? É paella o que queremos comer no jantar? Como fica Marisol depois de preparar a paella que não temos vontade de comer agora? Gostaríamos, depois de digerir o almoço, de discutir com a Marisol o cardápio do jantar? Por estas razões, Marisol, foi difícil começar a responder às suas preguntas e só agora o nosso grupo, o grupão internacional (trabalhamos com grupos, não é verdade?) está começando a se aquecer para efetivamente ajudar na organização do congresso. É o que estamos começando a fazer. O que está acontecendo? Os organizadores estão começando pelo fim. A grade das atividades de um congresso é a última coisa que se organiza, apesar do grande trabalho que isso dá. É necessário receber primeiro os trabalhos para classificá-los, teóricos ou práticos, para distribuí-los por assunto nos dias e nas salas disponíveis. Quando se faz uma grade antes, como está sendo feito, já se começa um congresso com limitações que podem se tornar irreversíveis. O que não podemos perder de vista? Primeiro os princípios e fundamentos de um congresso ibero-americano de psicodrama. Segundo, as determinações já discutidas e aprovadas pelo foro. Terceiro, a experiência acumulada nos congressos ibero americanos anteriores. A partir deste raciocínio, vamos examinar algumas questões apontadas por mim e pela Marisol nesta nossa troca de e-mails.
2. Quanto aos prazos ( dez/05 para resumos e jun/06 para trabalhos completos), Marisol me responde que eles são necessários para dar tempo de publicar em livro e em CD para que todos os congressistas os recebam durante o congresso. Para mim parece estes casamentos em que tudo acontece pela imposição do fotógrafo e do cinegrafista. Os noivos não comem nem bebem porque estão tirando(sacando) fotos. Não dançam porque estão tirando fotos. Não conversam com os convidados porque estão tirando fotos. Não fazem amor na noite de núpcias porque estão cansados de tirar fotos. Assim, as prioridades estão invertidas. Os livros e os CDs não podem ser mais importantes que o próprio congresso. E mais, e se quiserem que os diretores de talleres façam um resumo do que aconteceu na sua direção? E se quiserem gravar uma discussão interessante? Coisas que só podem ser colocadas no livro e no CD depois do congresso? Vão fazer dois CDs? Um de antes e outro de durante? Como já disse antes, nós todos precisamos de um tempo para pensar e para construir um trabalho prático ou teórico. Acabamos de sair do México. Organizar um trabalho novo até dezembro deste ano vai resultar em vários abortos e natimortos. Além disso, para inscrição de trabalhos é preciso se inscrever no congresso e para isso cada um tem que juntar 300 euros, o que é caríssimo para nós latino-americanos e além disso, com o oferecimento de tão poucas salas e horários para a apresentação de trabalhos, comparado com os iberos anteriores, que garantia se tem da aceitação do trabalho inscrito? As razões, como já apontei, são numéricas. Só para lembrar, no México houve espaço para a apresentação de 77 talleres. Em La Coruña estão oferecendo 8 oportunidades de talleres livres. Ou seja, 10,3% do que foi apresentado no México. Serão recusados, desta forma, aproximadamente 90% das propostas de talleres livres. Se considerarmos, primeiro, que esta forma de trabalho é a nossa marca registrada (trade mark) e, segundo, que as propostas aumentam a cada dia, como vocês, organizadores vão dar conta disso? Já imaginaram o quanto vocês vão ouvir de reclamações e o quanto isso vai envenenar os bastidores do congresso? Vocês serão o bode (chivo) expiatório de tudo isso. Eu não queria estar na pele de vocês. Não basta só apontar isso. Como solucionar esta grande dificuldade? Primeiro: um congresso de psicodrama que tem entre 200 e 900 participantes não pode, de nenhuma maneira ter apenas 4 salas para atividades simultâneas. É necessário, no mínimo, 8. Ninguém vai gostar de pagar mais que o dobro da inscrição dos congressos para ter menos da metade de espaço de trabalho dos congressos anteriores. É como pagar 300 euros para comer pão com manteiga. Se o local escolhido para o congresso não tem outras salas, procurem um lugar próximo que tenha outras 4 salas. Foi o que fizemos no Brasil ( salas em 2 hotéis diferentes mas ptróximos) e foi o que foi feito no México (salas no centro de convenções e no próprio hotel). Vai custar mais caro? Vai. Mas não vamos ficar sem salas para apresentar nossos trabalhos. Outra sugestão: o que a reunião do foro está fazendo no horário do congresso tirando espaço das atividades científicas, no sábado? A reunião do foro pode ser feita perfeitamente no café da manhã (desayuno) da manhã de domingo, como fizemos no México, o que foi melhor e com mais calma, desde que se avise com antecedência os delegados (representantes), para que não marquem a volta para os seus países antes da reunião. Só com isso abriríamos um espaço novo para mais talleres livres. Outra sugestão: estas mesas prédeterminadas por estes temas me levantam várias objeções. Vamos primeiro abrir um parêntesis para lembrar o que já foi decidido pelo foro nos congressos anteriores: que os trabalhos apresentados (práticos e teóricos) tem que ser obrigatoriamente de psicodrama ( por incrível que pareça já tivemos trabalhos inscritos sem uma única linha de psicodrama, num congresso que se supõe seja de psicodrama); que os trabalhos escritos não podem ultrapassar 15 páginas; que qualquer psicodramatista de qualquer país pode se inscrever nos ibero como congressista, mas que somente os psicodramatistas ibero-americanos podem apresentar trabalhos práticos ou teóricos; a única exceção a esta regra são os psicodramatistas não ibero-americanos radicados, que moram, comprovadamente, em países ibero-americanos ( exemplo: Ursula Hauser é suiça, mas mora na Costa Rica, logo, pode apresentar trabalhos); esta regra tem por finalidade garantir aos ibero-americanos a apresentação de seus trabalhos (não é justo um não ibero-americano tirar a sua vez). Fechando o parêntesis e voltando à questão das mesas-temas pré-determinadas. Apesar de óbvio, os temas propostos dão margem a uma interpretação de temas gerais. Entendo que num congresso de psicodrama, como já decidido no foro, repito, qualquer tema tem que ser de psicodrama. Logo, o foco é o psicodrama. Desta forma, os temas propostos teriam que ter um título que não deixasse dúvidas tratar-se de psicodrama. Por exemplo: "A visão psicodramática dos conflitos interculturais", "Psicodrama e as síndromes culturais", "Novos modelos de convivência socio-familiar: compreensão e manejo psicodramáticos", etc, etc, e assim por diante. Com clareza e sem sombra de dúvidas. Imagino que nos interessa compreender e atualizar a nossa prática, não é mesmo? Completando a sugestão: estes 3 temas escolhidos pelos organizadores preenchem 3 manhãs inteiras. Primeiro, é sempre interessante, com exceção da abertura e do encerramento, atividades alternativas no mesmo horário. Um único tema teórico num único horário é uma imposição e uma falta de escolha. Consideremos também que o psicodrama tem várias aplicações (clínica, educacional, comunitária, empresas) e é difícil um tema único interessar psicodramatistas com práticas diversas. Portanto, os 3 temas poderiam perfeitamente ocupar apenas o primeiro horário da primeira manhã em salas simultâneas. Os talleres correspondentes (uma inovação interessante) seriam desdobrados cada um com um tema correspondente a cada uma das 3 ponencias. Se tivermos mais 4 salas, podem ser preenchidas com outras atividades (outras escolhas). Quem garante que os temas propostos pelos organizadores serão os mais escolhidos? Podem ser ou podem não ser. Mais: O terceiro horário da manhã (discussão das ponencias e talleres correspondentes) são redundantes e perfeitamente dispensáveis. Isto pode ser feito dentro das próprias ponencias e talleres. Fica parecendo que acabei de sair do cinema emocionado, depois de ver um filme (pelicula) e vários especialistas que eu não chamei grudam em mim para me explicar o que acabei de ver e de vivenciar. Logo, teremos mais um horário livre que pode ser preenchido com talleres livres. É claro que as manhãs de viernes e de sábado terão o primeiro e o segundo horário preenchido com talleres ou ponencias ou outras atividades livres. Resumindo: com estas providências teríamos 8 salas simultâneas e o seguinte espaço para talleres livres (ou ponencias ou outras atividades) : 5 salas livres no 1º horário da manhã de jueves, 5 salas livres no 2º horário de jueves, 8 salas livres no 3º horário da manhã de jueves, 8 salas na tarde de jueves, 8 salas livres no 1º horário da manhã de viernes, 8 salas livres no 2º horário da manhã de viernes, 8 salas livres no 3º horário da manhã de viernes, 8 salas na tarde de viernes, 8 salas no 1º horário da manhã de sábado. 8 salas no 2º horário da manhã de sábado, 8 salas no 3º horário da manhã de sábado, 8 salas na tarde de sábado. Um total de 90 espaços para talleres e ponencias. Dificilmente haverá recusa de trabalhos com esta nova disponibilidade de salas e de horários.
3. Fica claro porque considero tema de congresso uma conserva limitadora da diversidade psicodramática que possuímos? Infelizmente, quando presidi o 2º ibero não me ocorreu abolir o tema do congresso. Isto só me ocorreu em Portugal, em que o tema era "O corpo e o signo". Eu ficava imaginando a organização da grade de atividades diante de um trabalho, hipotético, "A sociometria numa empresa metalúrgica". Onde eu o colocaria? No corpo ou no signo? A partir daí passei a ser contra temas. Se ocorre aos organizadores um tema, ótimo. Proponham uma mesa-redonda com este tema, mas não transformem o tema num limitante tema de um congresso. Falei disso várias vezes nos congressos brasileiros. O único que me ouviu foi o Jaime Winkler, que, no México, transformou o tema inicial em lema. Pessoalmente continuo sendo contra tema e contra lema de congresso. Parece coisa de escoteiro (scout boy que se diz?). Cansei por hoje. Outra hora escrevo mais. Respondam para a Marisol concordando ou discordando. Temos a obrigação de ajudá-la. Um abraço amigo e carinhoso a todos. Até La Coruña.
04.10.05 Marisol Filgueira
Tengo que realizar un trabajo extra para leer, digerir, trasladar, consensuar e intentar satisfacer las propuestas que me van llegando. Pero esa es mi función y no voy a eludirla. Sergio, francamente, tus argumentos son muy razonables y confío plenamente en tu experiencia, así que intentaré seguir tus consejos si no hay una línea diferente mayoritaria entre los miembros del Foro. Respondo a este nuevo mensaje:
Para finalizar: nos moveremos para buscar “alojamiento solidario” (gratuito en casas particulares) que se ofrecerá a quienes no puedan costearse la estancia, y contratar vuelos charter que abaraten el viaje. Necesitaré una coordinación desde ahí para determinar qué aeropuertos centralizarían mayor número de pasajeros-congresistas. Espero que me expliquen exactamente qué tenemos que hacer para facilitar visados a quienes lo precisan (¿qué países?). Y prometo ir informando de las posibilidades de reducir las cuotas a medida que se nos confirmen las subvenciones solicitadas. Sigue abierto el buzón de sugerencias para este y otros objetivos. Entre todos seguiremos avanzando.
04.10.05 Edwin Muñoz
Colegas Iberoamericanos:
Quiero hacerles llegar un humilde aporte desde la perspectiva de haber asistido y presentado Talleres en todos los 5 Congresos Iberoamericanos llevados a cabo hasta la fecha:
1) Salamanca 1997: Recuerdo la majestuosidad de las instalaciones en la Universidad de Salamanca. Había dos grandes grupos, el "bloque brasileiro" y el "bloque español"... De los demás países habíamos pocos... Esta división entre "los de un lado del Atlántico y los del otro" se vió reflejada en aquél "memorable" Psicodrama Público que se llevó a cabo a altas horas de la noche... Recuerdo también que los organizadores igualmente habilitaron salas para actividades en un edificio cercano (creo que se llamaba Torre de Abrantes, o algo así).
2) Aguas de Sâo Pedro 1999: El número de propuestas de trabajos se elevó tanto que los organizadores crearon un "extraño invento" llamado Unidades Funcionales, lo cual hizo que psicodramatistas de diferentes países, algunos sin conocerse entre sí, se "unieran" para facilitar un Taller (en una época donde el Internet estaba empezando apenas a difundirse)... Habían tantos salones que los problemas más bien provenían del sonido, pues las paredes que separaban un espacio del otro eran muy delgadas y se escuchaba todo... Pero es que la necesidad de habilitar la mayor cantidad de espacios simultáneos posibles era muy muy grande y así se logró.
3) Póvoa de Varzim 2001: Quizás, a mi modo de ver, el Congreso más organizado. Representantes de más países (incluso no iberoamericanos, lo cual no fue bien recibido por todos). Se creó un espacio muy interesante en los "mini-almuerzos" que el Congreso brindaba, donde todos teníamos la oportunidad de compartir, sentados a la mesa, y aún cuando la comida era escasa, la energía grupal era muy intensa. Era llamativa la presencia de los patrocinantes, con los "stands" de los laboratorios farmacológicos. Y la cena-espectáculo de cierre fue inolvidable, de altísima calidad y prácticamente gratis para los participantes en el Congreso..
4) Buenos Aires 2003: Ya mucho se ha dicho sobre los inconvenientes de las instalaciones del Colegio Nacional. Pero a la hora de disponer de espacios, había tal diversidad que era necesario recurrir a mapas para poder llegar a éllos, pues la oferta de actividades simultáneas fue tan intensa que permitió superar las dificultades ambientales. Y la cena de cierre, a precios muy solidarios y en un local hermoso, también fue un evento de unión altamente satisfactorio.
5) México DF 2005: Incluyó un "Pre-Congreso" en un lugar situado a kilómetros de la sede del Congreso, donde igualmente se realizó la apertura. A pesar de este "inicio diferente", el Congreso ofrecía múltiples salas en dos edificios contiguos. Hubo varias actividades de encuentro y de compartir grupal, a pesar de lo reducido de los espacios comunes, y se reforzó muchísimo la integración entre los pueblos y las culturas, hasta el punto de aprobarse la "ampliación" del Foro Iberoamericano, de 5 a 9 países.
En Salamanca conocí a Marisol Filgueira, y desde entonces tengo un excelente recuerdo de ella. He celebrado su designación como Presidenta del VI Ibero (así se lo he manifestado) y, hasta el momento, creo que el trabajo desarrollado por los hermanos gallegos es maravilloso.
A Sergio lo he ido conociendo a lo largo de los encuentros y nuestro intercambio se hizo mucho más cercano en México. Además de admirarlo le tengo afecto y sus opiniones siempre me resultan interesantes y jamás he considerado que sus posiciones sean contraproducentes. A tí Sergio te he escrito, y te agradezco por el rol de "Abogado del Diablo" que te ha tocado representar. Yo también acabo de almorzar en México, de donde llegué con el estómago completamente lleno (es uno de los Congresos de los cuales he salido más satisfecho, y así se lo hice saber a Yuyo, Jaime y su Equipo). Por eso la metáfora de la Paella que utiliza Sergio me parece altamente relevante. Tengo aún sabores muy intensos a Mole Poblano, Sopa de Tortilla y Tequila Reposado, y soy de los que estamos en pleno proceso de digestión...
Comparto la mayoría de las observaciones que se han hecho, pero eso sí Marisol: créeme que voy a hacer todo lo posible por llegar a la "cena" allá en Galicia... Desde ya siento que el VI IBERO está cargado de una hermosa energía y, como me consta que estás abierta a las sugerencias (ya una de mis observaciones la implementaste), puedo dar fe de tu receptividad, tu capacidad de escucha y tu disposición a analizar todas las ideas que lleguen a tí. Y mi apoyo para tí está basado en hechos.
Este es mi sencillo aporte al Debate. Saludos a todos.
04.10.05 Marisol Filgueira
Gracias Edwin: un resumen muy útil. Me refuerzas la idea de concentrar la actividad en un solo edificio o en edificios muy próximos, y de la conveniencia de contemplar espacios comunes para compartir con todos. Pero también voy a ampliar las posibilidades del programa, siguiendo a Sergio. Veremos lo que vamos recibiendo y cómo lo podemos hacer... Espero la próxima semana 'colgar' la nueva propuesta de programa en la web con el consenso de las respuestas que reciba estos días, y a la vez poder comunicar oficialmente que está la web operativa y abierta para empezar a trabajar (bueno, para seguir trabajando).
05.10.05 César Wenk
Queridos amigos, en especial para Marisol y para Sergio, que se molestaron en mandar unos escritos muy jugosos sobre todo lo que implica organizar un Congreso y armonizar tantas expectativas.
Les cuento que al de México no pude ir, teniendo pasajes y todo listo, porque me enfermé con una neumonía y que de sus secuelas voy reponiéndome, pero que si no lo hubiese conversado con Uds.
En general tu propuesta Sergio es de mi agrado, también creo que tenemos que tener tiempo para el intercambio, cada uno de nosotros tiene un tejido propio en la historia del psicodrama y creo que es importante que la rescatemos del olvido. Para mi, que le he dedicado mucho tiempo a los orígenes y las historias fundadoras del psicodrama, el atender a estos encuentros es fundamental: así comencé en Ámsterdam con Roberto de Inocencio, y es lo que noto que nos hace tanto bien para el desarrollo de nuestra tarea, un espacio para compartir.
El segundo elemento que me preocupa, admito que la organización es fundamental, es que NOS SEA POSIBLE, factible de ir, porque a los argentinos, por ejemplo, nos cuesta realmente cuatro veces más poder ir: tanto el euro o el dólar nos cuesta mucho, y quisiéramos poder estar.
Bueno amigos, será hasta la próxima.
05.10.05 Marisol Filgueira
... me alegra tu incorporación a este debate que tanto trabajo me está dando... y no hemos hecho más que empezar.... Como habrás podido comprobar, estoy abierta a todas las sugerencias que queráis hacer y ayudas que se os pueda ofrecer. Voy a revisar el programa en cuanto reciba algunas respuestas a mi última intervención en el Debate Iberoamericano. Dato fundamental para quienes el viaje resulta más gravoso: vamos a organizar vuelos chárter que abaraten los pasajes y estamos buscando alojamientos gratuitos en casas particulares.... Seguimos en contacto...
05.10.05 Mª Carmen Bello
Querida Marisol:
No te conozco aún personalmente, porque el de Salamanca fue el único Congreso Iberoamericano al que no fui, y fue al que fuiste tú. Pero sabes que coordiné junto con Jaime Winkler el V Ibero acá en México. Jaime coordinó toda la parte logística y de relaciones públicas y con el resto del Foro, y finanzas y yo coordiné más que nada la elaboración del programa y parte de la difusión. He estado leyendo las alternativas del debate y me parece magnífico que esté completamente abierta la discusión, y que se esté haciendo una co - construcción como dice Sergio.
Tengo una idea bastante aproximada de cómo te puedes estar sintiendo con todo esto y me gustaría echarte la mano con algunas cosas prácticas.Te voy a enviar un mail personal con todos los detalles que me parezca que te pueden ser útiles. Te enviaré el programa, tal como quedó al final, la distribución en los salones que tuvimos que rentar, que fueron once, los apoyos técnicos, etc. Ojalá muchos de los golpes contra la pared que nos dimos te sirvan para evitarlos.
Aquí no voy a abrumar a todos con eso, solo saludarlos y reiterar que efectivamente los Iberoamericanos se van armando entre todos. Son Congresos bastante diferentes de otros, porque antes que nada son un encuentro entre colegas, un espacio de intercambio entre pares, y porque el psicodrama de por sí crea un clima especial. Son muy diferentes de otros congresos a los que he ido, incluso del concepto que refiere Andrés de Monterrey. No hay algunas figuras importantes que hacen las presentaciones principales y un público que va a escuchar. En los Iberos la mayoría no es público, es participante activo. Puede haber un grupo de estudiantes y colegas de otras especialidades, que acudan por interés o para informarse, en su mayoría locales, del lugar. Pero la mayor parte de los extranjeros que vas a recibir presentan trabajos y talleres, más talleres que trabajos. Esto le da la forma al Congreso, al Encuentro. No sé si fue exactamente así en Salamanca, pero cada vez ha ido tomando más esta forma.
Esto hace que el programa se vaya armando con los trabajos y no al revés, no puedes tener la estructura armada antes. Aunque sí algunas ideas. En Portugal se hacían espacios de procesamiento plenarios después de los talleres, con trozos de filmaciones. Nosotros pusimos los "conversando con" que fueron muy disfrutables. En Argentina hubo un espacio abierto a la comunidad y acá hicimos un espacio abierto a la comunidad universitaria. Brasil inventó lo de los "casamientos" entre psicodramatistas de diferentes países, que fue espectacular.
Y en cuanto a los costos, Jaime sabe más que yo de esto, pero en principio también creo que es mejor idea auto financiarse y no depender de laboratorios o empresas que te pongan condiciones o te quieran psiquiatrizar el congreso. Para eso siempre ha sido mejor motivar a la gente a que se inscriba con inscripciones bajas, pero que te ayudan con los primeros gastos e ir aumentando paulatinamente. Además así vas teniendo un panorama de las inscripciones y el interés que vas despertando. Y también vas a contar con el fondo del Foro que ya te lo enviamos con Mariángeles, y con las aportaciones de los nuevos integrantes al Foro, que te las irán entregando en cuotas o como puedan. Nosotros nos arreglamos con este sistema, por un año con las inscripciones (nuestras, las primeras), muchas promociones, en cada lugar donde íbamos a dar cursos, dentro y fuera de México. El fondo del foro que recibimos después, que nos ayudó a reservar el local, etc.
Con esto no quiero aumentar polémicas, esto hicimos nosotros y tú irás tomando las mejores decisiones. Ya me extendí demasiado. Lo demás te lo diré personalmente. Cuenta conmigo, con Jaime y con nuestro equipo, como interlocutores para las cosas prácticas porque tenemos todo muy fresco y ponme en contacto si quieres con los encargados del programa, y difusión y les pasaremos nuestra experiencia con todo gusto.
Un gran abrazo solidario para ti y saludos a todos, Yuyo.
06.10.05 Marisol Filgueira
Querida Yuyo: aprecio mucho tus consejos y la capacidad para ponerte en mi lugar. Efectivamente, el Iberoamericano es un congreso muy peculiar y requiere procesos peculiares. Yo estoy emocionada de organizar un evento tan importante pero preocupada por lo difícil que resulta intentar satisfacer todas las demandas y, sobre todo, por la incertidumbre en cuanto al curso que nos deparará la gestión económica. Menos mal que se está unificando una línea clara en lo que se refiere al programa que intentaré seguir. Creo que podré conseguir más salas a bajo coste o, si hay que alquilar en PALEXCO, ya veremos de dónde recortamos gastos después. Todos me hacéis la misma recomendación sobre empezar con cuotas bajas e ir subiendo... pero eso me da muchísimo miedo: tengo que asegurar el pago de la sede y de la agencia organizadora (son los capítulos más altos del presupuesto). Y mi experiencia es que, al margen del interés que despierte el congreso, la mayoría de las inscripciones se reciben a última hora, incluso en la propia sede del congreso. Seguiré dándole vueltas a este asunto.
Claro que armaremos el programa a partir de las aportaciones que vayan llegando y ya cuento con que la mayoría sean talleres. Así es también en la AEP, donde hice mi experiencia en organizar eventos (más reducidos). Os choca mucho que haya presentado un programa preliminar con una estructura previa: es una costumbre aquí, sirve para captar la atención de ciertas instituciones a las que pedimos financiación (eso nos permite ofrecer cuotas reducidas). Como los políticos, les presentamos un tema que les gusta en el momento social, así se animan a colaborar. Después no suelen ni asomarse al evento, como mucho a la inauguración y les parece bien cualquier cosa con tal de marcharse pronto.
Veo además que contáis con muchas más aportaciones de las que yo espero: ¡ojalá que sea así!. Iré pidiendo más salas de trabajo en la medida en que se vean necesarias. No habrá problema en conseguir más sitios, lo que puede suceder entonces es que no esté toda la actividad concentrada en el mismo edificio. Veremos.
Sé lo que eran los 'casamientos' de Brasil. ¿Me puedes explicar que es exactamente vuestro espacio: 'Conversando con'?. En el pasado, nosotros hemos hecho colaboraciones con la Universidad (algo dificultosos) y en esta ocasión queremos hacer un espacio abierto a la comunidad. También había propuesto la idea de hacer talleres sobre los temas de las ponencias y después una puesta en común plenaria -veremos en qué queda.
Estaré esperando todo lo que me anuncias, por lo que te quedo desde ya muy agradecida (y a tu equipo por el ofrecimiento).
De armar el programa me encargaré yo, básicamente (veremos de nombrar un pequeño comité científico también).
De la organización se encarga CONGREGA:
Ana Guimaraens anaguima@congrega.es
y Marta Guimaraens martaguima@congrega.es
De la web (pendiente de confirmación en breve), Juan M.Marticorena aiga@mundo-r.com
06.10.05 Liliana Fasano
Buscando sumar aportes ahí van los míos - Los espacio-tiempo de intercambio me parecen muy importantes y confirmo que cuando son escasos "se siente" y hay reclamos. Los conversando con de México se quedaron cortos de tiempo, aún con una asignación de minutos generosa desde la organización.
- Aquí y en México fueron muy valoradas las mesas que, acerca de temas diversos, promovieron el intercambio entre países.
- Temas como los aspectos éticos en la práctica y en la formación todavía siguen necesitando más intercambio y debate.
- La gente más joven viene reclamando falta de espacio para sus participaciones, lo dijeron acá y en México. Es bueno generar espacios para TODAS las generaciones.
- Los plazos de entrega de trabajos me parecen más adecuados en el año próximo que en este. Es mejor esos que dar "estiramientos" de la norma.
- Contá conmigo en las tareas que se puedan hacer desde acá, leer resúmenes, difundir, etc. En cuanto a la SAP, no dudes que YA está difundiendo. El escollo serán los costos, pero difusión no faltará.
Buscando ayudar seguiré pensando.
07.10.05 Antonio Castrillón y Gloria Reyes
Querida Marisol:
Somos Gloria y Antonio del Centro de Estudios de Psicodrama de Chile...
No te conocemos, igual que Yuyo, no fuimos a Salamanca... Nos conoceremos
en La Coruña el 2007.
Hemos estado siguiendo atentamente el Debate...Los aportes de Sergio
Perazzo, Liliana Fasano, Dalmiro Bustos, César Wenk, Ernesto Fonseca, Yuyo Bello, Edwin Muñoz y otros, queremos sumarnos...
Asistimos en calidad de Talleristas, Panelistas y Participantes a dos
Congresos Iberoamericanos de Psicodrama. El primero fue el de Argentina el año 2002 y el segundo en México el 2005.
Con relación al Congreso Iberoamericano de Argentina, para nosotros fue
como estar en casa, ya que siempre estamos intercambiando visitas con nuestros hermanos de ese país, de manera que ellos significan mucho para nosotros. Recordamos, sin embargo, que el momento del congreso en ese lugar, fue de dura crisis en Buenos Aires. Al parecer , de alguna forma que no sabríamos precisar, ello impactó en la organización del congreso. Las dificultades de espacio, infraestructura, inscripciones, lo cual fue vivido por muchos como poco hospitalario. A pesar de lo anterior, esto fue compensado con la diversidad y la calidez de las personas, la calidad de los talleres y
las ponencias.
Con respecto al Congreso Iberoamericano de México, nuestra experiencia
fue muy satisfactoria, desde todo punto de vista, ya habíamos estado allí
realizando talleres y también Yuyo y Jaime en Chile. Ver en aquella ocasión
la dedicación, compromiso, entrega y cariño, que tanto Jaime como Yuyo
y la totalidad de su equipo, mostraron en la preocupación por cada detalle,
fue algo muy alentador.
Otro aspecto relevante de ambos congresos iberoamericanos mencionados,
fue el hecho de que ambos constituyeron espacios para mirar y disfrutar
de los psicodramatistas consagrados, pero también para gozar y sorprenderse de aquellos que llevan menos años de ejercicio, teniendo estos últimos, la oportunidad de mostrar su trabajo. Hemos de confesar que allí hubo innumerables y gratas sorpresas. Pensamos que esa fue una política de ambos congresos, que se aprecia como generosa, inteligente y coherente con el pensamiento de Moreno.
Para nosotros como chilenos, detrás de la cordillera (detalle importante),
constituye una gran energía psíquica y monetaria, moverse de nuestro país
Chile. Por esta razón somos de la opción de atiborrarnos de cantidad y
diversidad de talleres...tenemos después muchos meses para procesar. Queremos aprovechar el tiempo para:
a.. Participar de talleres con psicodramatistas consagrados
b.. Conocer psicodramatistas nuevos
c.. Mostrar nuestra experiencia en Psicodrama Clínico, Comunitario,
Institucional, Docente e Investigativo y
d.. Lo mas importante, compartir con todos.
Finalmente, para nosotros los latinoamericanos, atravesar el Atlántico,
ya en si es un Caldeamiento importante, una aventura hacia un mundo y una
cultura diferente. Particularmente para nosotros los chilenos, que además
del Atlántico, atravesamos la Cordillera, la travesía es aún mas movilizadora.
Cordillera, Atlántico, caldeamiento de espacios amplios y horizontes abiertos, España tierra firme, tierra madre, La Coruña reencuentro con un pasado más desconocido, con raíces inquietantes de abuelos y padres inmigrantes. Espacio escénico para expresar, para explorar, para develar, encontrarse y compartir con nuestros hermanos psicodramatistas.
Nos vemos el 2007...
Afectos. Gloria y Antonio.
07.10.05 Marisol Filgueira
Gracias Antonio. Recibido éste y el de Gloria. Bienvenidos los dos al Foro,
al debate y a la organización del VIº. Prometo hacer que merezca la pena
ese viaje y dar satisfacción a vuestras expectativas....
08.10.05 Dalmiro Bustos
Querida Marisol: no te preocupes tanto por estar de acuerdo o dejar a todos satisfechos, no lo conseguirás JAMÁS. Creo que estás haciendo un gran trabajo. Respeto la opinión de todos pero la que conoces el terreno a arar eres tú y tus colaboradores. A mí me gustó la estructura preliminar y mis núcleos obsesivos quedaron felices frente al hecho de comenzar con la estructura e ir montando el resto desde allí. Para que no te atosiguemos con propuestas, por qué no organizas temarios. Por ejemplo tema 1: opiniones sobre temáticas, tema 2, etc. pero que las pautes tú. Un beso y confío en tu muñeca.
09.10.05 Marisol Filgueira
Gracias, Dalmiro.... Este correo tuyo me da un poco de respiro y alivio en medio del alud de propuestas que estoy recibiendo estos días. He llegado a pensar: "esto me pasa por ser tan democrática", pero no me arrepiento. Prefiero intentar satisfacer, ya sé que no a todos, pero ¿al menos a una mayoría simple? -como en la latencia grupal. Si no, después vienen las quejas, las críticas... eso es peor, aunque hay que contar con ello en cualquier caso. Lo que más me preocupa es respetar la trayectoria que el grupo del Foro está siguiendo de forma espontánea, hacerlo sin crear ningún desastre financiero, y que todo ello lleve además mi sello personal y el de los gallegos, que por eso también nos escogieron para esta tarea... Agradezco tus consejos, tan sencillos y útiles, concisos, breves y claros. Yo también soy muy obsesiva y necesito de esa estructura preliminar de donde partir, con un calendario de trabajo para tener mis procesos ordenados dentro de mi cabeza. Es mi hábito, pero también pensé en la propuesta que tú me hiciste al comienzo (me pareció muy sensata). No obstante, ya ves que voy a tener que "abrir" mucho el programa y, si no se equivocan con los pronósticos los anteriores organizadores, tendremos de nuevo un congreso y un programa "sobrecargados". Pero es cierto lo que dice Sergio, que el organizador es un director grupal y debe seguir los deseos del grupo. Desde que tengamos disponible la web (ya está muy avanzada), será mucho más fácil organizar el debate por temáticas, los tempos y el proceso de toma de decisiones...
09.10.05 Luis Falivene Alves
Colegas
Apreciei muito as considerações do amigo Perazzo que, com sua experiência e compromisso, em muito contribui para a construção do próximo Congresso Ibero-americano.
Em relação ao item “tema do congresso”, concordo que ele não poderá ser limitador à inscrição de uma variedade maior de temáticas e, na verdade, essa liberdade tem acompanhado os congressos anteriores. A especificação de um tema do congresso deveria ficar restrito a determinados eventos totalmente direcionados a um assunto definido: congresso sobre teoria, congresso sobre violência, congresso sobre ensino, etc.
Considero, entretanto, interessante a manutenção desses títulos, tradicionalmente dados aos congressos, não como temas ou lemas direcionais, mas apenas como nomes que os distingam, da mesma forma que se batizam os furacões, os cometas, as naves. Esses temas propostos geralmente traduzem a leitura de um determinado momento científico ou social e, se vistos como simples denominação, terão um interesse histórico, pois representariam o percurso dos nossos eventos, como se fossem as estações de uma estrada de ferro por onde estivemos caminhando.
Em relação a data para inscrição de trabalhos, penso igual a Perazzo, pois embora facilitasse a organização e a edição do livro, a mobilização maior para o congresso se fará no final de 2006. Aqui no Brasil, conseqüência de muitas décadas de convivência com uma inflação acentuada, nos habituamos a não programar nossas inscrições com muito tempo de antecedência. Igualmente, também acho que as comunicações livres deverão ter um tempo de 30 minutos, agrupando numa mesma sala os 3 textos que tenham algo comum e facilitando uma participação-debate da platéia nos últimos 30 minutos. Penso o mesmo que Sérgio, em relação a dispor-se de maior número de salas para atender a demanda dos interessados.
Finalizando, acho que essa movimentação de e-mails, além de contribuição importante para a organização, já está servindo como uma apresentação e revelando um compromisso importante com o evento. Abraços do Luís Falivene
12.10.05 Sergio Perrazo
Querida Marisol, queridos amigos ibero-americanos.
Para contribuir para o nosso ibero, algumas reflexões e sugestões:
1. CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ORGANIZADORA DE CONGRESSOS: na minha opinião, contratar uma empresa para isso não é um luxo. É fundamental e necessário. Nós não somos administradores profissionais e precisamos de administradores profissionais que nos ajudem. Nos nossos congressos isto é importante por causa do grande número de participantes e porque estamos ocupados com nossa atividade profissional e trabalhamos para o congresso nos intervalos. É necessário ter quem se ocupe do congresso diariamente numa jornada de trabalho normal. Fazemos assim no Brasil, pelo menos desde 1991 e o resultado tem sido muito bom. Temos que ter alguns cuidados. O primeiro é considerar que a Comissão Organizadora composta de psicodramatistas é que é soberana e que tem sempre a decisão final para todas as coisas. A empresa contratada é apenas o braço direito executivo da Comissão Organizadora. Por isso a articulação entre a empresa e a Comissão Organizadora tem que ser muito harmônica. A Comissão Organizadora não pode perder a direção e tem que acompanhar de muito perto o trabalho da empresa. Por que? Porque um congresso de psicodrama tem especificidades muito diversas dos congressos “normais” a que as empresas estão acostumadas a ajudar a organizar. Por isso, cabe à Comissão Organizadora estar sempre atenta à manutenção dos princípios psicodramátcos que devem reger os nossos congressos. São muitas as situações em que isto aparece. Muitas vezes o que tem aparência de eficiência atropela os princípios que regem uma dada atividade. Um pequeno exemplo: num dos congressos brasileiros foi exigido que os participantes das mesas-redondas enviassem o seu trabalho completo com antecedência com cópias para os demais participantes das mesas. A ilusão de eficiência é que todos os participantes das mesas tinham em mãos, antes do congresso, os trabalhos completos dos seus colegas de mesas. Só que ninguém disse à empresa que ajudava na organização do congresso, que numa mesa-redonda, para que haja uma boa discussão, os participantes da mesa não podem saber com antecipação o que o outro vai dizer, Se perde o fator surpresa, a capacidade de improviso e a espontaneidade da atividade. O que se viu, então , naquela ocasião, foram mesas-redondas com cartas marcadas. Chatas. Outro exemplo: exigir entrega dos trabalhos completos numa determinada data, indiscriminadamente, teóricos ou práticos. Ora, exigir entrega de um trabalho teórico com uma certa antecedência está bem. Mas é claro que não se pode exigir a entrega de um trabalho prático completo. Para uma vivência(taller) pode se pedir, no máximo um resumo da proposta. E só. Mesmo assim, todos nós sabemos que grupo é grupo e que a dinâmica do grupo muitas e muitas vezes exige do diretor a modificação da proposta inicial. Este tipo de exigência surrealista já foi feita em congressos anteriores. E assim por diante. Por isso, contratar uma empresa que nos ajude, sim, mas monitorá-la o tempo todo.
2. REGULAMENTO DO CONGRESSO DE 2007: o regulamento de um congresso é o contrato escrito entre a Comissão Organizadora e os congressistas. Logo, é a primeira coisa a ser feita. Como se compõe este regulamento? Primeiro, de uma parte fixa de disposições gerais, de descrição da Comissão Organizadora e das funções de seus membros, que praticamente podem ser copiados dos regulamentos dos congressos anteriores com poucas ou nrnhuma modificação. O regulamento do ibero no Brasil teve como modelo regulamentos dos congressos brasileiros de psicodrama. O do México teve como modelo o regulamento do ibero do Brasil. Como no Brasil tivemos que enfrentar uma delicada situação ética, não prevista no regulamento brasileiro, o regulamento do México passou a incluir disposições sobre uma Comissão de Ética. Uma experiência anterior melhora o regulamento seguinte. Este é um bom exemplo da importância do regulamento. Ele informa e ao mesmo tempo protege os congressistas e os organizadores de desencontros e até de medidas legais. A segunda parte do regulamento é variável de congresso para congresso e diz respeito às atividades científicas e atividades sociais do congresso. Nela se define que tipo de atividades serão realizadas neste congresso específico, práticas e teóricas, como serão feitas, qual a sua duração, o que será exigido para a sua realização, prazo de inscrição, de entrega de títulos, resumos, propostas ou trabalhos completos, prazos para pedido de materiais, especificação de material que será ou não fornecido pela organização, enfim, disposições logísticas específicas, etc, etc, etc(vejam o regulamento do México que é mais recente, existe em espanhol e português e estava no site do congresso). É nesta parte do regulamento que aparecem as inovações dos organizadores. Esta descrição clara das atividades é que permite aos organizadores enfrentar as reclamações com segurança e aos congressistas fazerem as suas exigências quando não é cumprido o regulamento. Portanto, um contrato.
3. MOMENTO ATUAL DA ORGANIZAÇÃO DO CONGRESSO: obviamente, pelo que acabei de dizer, o momento é o da redação do regulamento de La Coruña. Para isso é preciso definir o tipo de atividades que serão realizadas, como serão feitas, prazos, etc,etc. Por isso é hora de consultas e sugestões, como os organizadores e você, Marisol, particularmente, já nos vem fazendo. Uma vez decidido e redigido o regulamento ele em geral é enviado às instituições integrantes do foro para correções e sugestões finais num pequeno prazo. Pequeno por que? Porque senão corremos o risco de ficar discutindo até 2008 e nada mais fazer. Depois disso é esperar as inscrições e, dependendo da demanda, preparar a logística para realizar o congresso(número de salas, material solicitado com os limites necessários; não forneceremos helicópteros, elefantes ou sultões para as dramatizações, por exemplo). Por fim, a montagem da grade de atividades científicas e a organização das atividades sociais para a confecção final do programa. Ou seja, estabelecer um cronograma para tudo isso.
4. O PROCESSO DOS CONGRESSOS IBERO-AMERICANOS: muitas vezes incorporamos sugestões de atividades sem incorporarmos o fator historicidade, ou seja, o nosso processo de Salamanca até la Coruña. Um exemplo: em Salamanca estávamos começando a nos conhecer e a presença latinoamericana ainda era pequena. No Brasil, no segundo congresso, tivemos aproximadamente 700 participantes. Naquela ocasião tivemos a idéia de propor casamentos internacionais. Ou seja, que colegas de países diferentes e que até não se conheciam trabalhassem juntos em unidades funcionais(Edwin, aqui no Brasil chamamos de unidades funcionais as duplas ou trincas, ou mais, de psicodramatistas trabalhando juntos como diretores e egos-auxiliares ou em co-direção) . O resultado foi muito bom. Passamos a nos conhecer melhor como profissionais e como pessoas. Foi importante naquela época. No México participei de uma vivência(taller) dirigida por uma unidade funcional composta de 5 psicodramatistas, cada um de um país diverso, que se organizou assim espontaneamente sem qualquer interferência dos organizadores e que funcionou maravilhosamente. Os 5 contaram que viveram juntos um momento mágico, acho que no congresso de Portugal, e que, acho, em Buenos Aires combinaram de trabalhar juntos no México. Lindo, não? Por que estou dizendo tudo isso? Porque já li uma proposta para La Coruña de se trabalhar com este modelo. Por isso a análise do processo. O momento é outro. Não precisamos mais de uma primeira apresentação entre nós. Segundo, trabalhar hoje só desta forma sacrificaria alguns trabalhos de colegas que desenvolveram técnicas específicas e que necessitam mostrar o seu trabalho individualmente. Unidades funcionais multinacionais já estão surgindo espontaneamente. Na minha maneira de pensar, o que pode ser feito neste momento? Tanto aceitar a inscrição de talleres com um único diretor ou com unidade funcional de um só país, como também estimular(não obrigar, porque o momento é outro) que se componham unidades funcionais multinacionais(explicar o que é para que os mais novos que não estiveram no Brasil saibam desta possibilidade). Penso que todas estas propostas deveriam ser aceitas igualmente e que não se deve, neste momento, dar preferência a uma delas. Outro ponto: a atividade “Conversando com...” que tivemos no México, foi criada no Brasil no congresso brasileiro de 1996. No Brasil falhou apenas num ponto. Teve pouco público apesar da atividade ter sido muito rica e muito interessante. Por que não deu muito certo no Brasil? Ora, aquele congresso foi realizado num lugar lindo e quente cheio de piscinas de águas quentes naturais. O “Conversando com...” foi colocado como última atividade do dia ao cair da tarde. O que aconteceu? Cansados depois de um dia inteiro de congresso 95% dos congressistas foram tomar cerveja nas piscinas de águas quentes contemplando o por do sol. No México o “Conversando com...” foi colocado no meio da tarde e teve um grande público. Em La Coruña temo a concorrência do mar. Penso que as atividades práticas devem ser colocadas nos horários em que os congressistas teriam a maior tentação de ir à praia. Assim como atividades teóricas depois do almoço é um belo convite à siesta. Os organizadores precisam ser um pouco maquiavélicos para concorrer com o mar ou com piscinas de águas quentes. O congresso ideal, neste sentido, quem sabe teria que ser na cidade mais feia do mundo? Ainda sobre o “Conversando com...”, li observações sobre o tempo curto da atividade, o que envolve outra questão. Participei também da atividade(“Conversando com Sergio Perazzo”) e achei o tempo suficiente. Se me derem 1 hora para falar de psicodrama, falarei 1 hora, se me derem 8, falarei 8. A questão, para mim, passa por outras reflexões. Ou seja, atividades que agradam aos mais velhos e atividades que agradam aos mais novos. Penso que em nossos congressos tem que ter as duas e com cuidado para uma não invadir a outra. O “Conversando com ...” é muito interessante e útil, mas além de certo ponto tende a virar estrelismo. Ela vale como um aperitivo. Ponderar bem quando organizar.
Queridos amigos, tenho ainda muita coisa para dizer. Outro dia eu digo. Por hoje cansei. Hoje é feriado no Brasil e vou aproveitar um pouco o sol. Afinal, eu também sou filho de Deus. Um abraço carinhoso para todos vocês.
12.10.05 Edwin Muñoz
Sergio: Me hiciste recordar que el primer EMail que envié en toda mi vida fue a Marilena Areias, la encargada allá en Sâo Paulo de la logística de alojamiento del II IBERO... Eso fue en Dicembre de 1998, cuando no todos accedíamos fácilmente a la web... Por eso lo de los "casamientos" en los cuales también participé en Aguas de Sâo Pedro, fueron un poco más difíciles de cuadrar, aún cuando los resultados fueron muy interesantes (a eso me refería)... Precisamente yo fui uno de los 5 facilitadores de la "unidad funcional" a la que haces referencia, y que asististe en México, donde 2 venezolanos, 2 argentinas y una costarricense nos fuimos poniendo de acuerdo, un poco por EMail y el resto por la espontaneidad moreniana, para montar ese Taller... Es decir: creo que el modelo es una alternativa válida....
También me tomo el día de descanso, aunque aquí en Venezuela el feriado ya no es como era antes por el Descubrimiento de América o por el Día de la Raza... Ahora se llama: "Día de la Resistencia Indígena"... pero igualmente nos permite descansar. Un abrazo, amigo.
13.10.05 Antolina Fernández
Querida Marisol: me agota sólo pensar el trabajo que debe suponer leer, entender, analizar, sintetizar, consensuar y contestar, devolviendo alternativas razonables a tantas sugerencias, matizaciones, críticas y propuestas diferentes que coordinas con tanta eficacia. Llevo días queriendo opinar en el debate abierto (más trabajo para ti), pero hasta hoy no he tenido ocasión. Cuando, al inicio de esta andadura, comenzaron las primeras opiniones sobre cómo organizar el Ibero 2007 (tema, estructura, temporalización... etc.), me preguntaba, al leerlas, si sería posible consensuar propuestas tan diferentes como:
- Un único tema por día con una propuesta que signifique algo nuevo bajo el sol y profundizar evitando la atomización.
- Espacio abierto donde compartir los distintos trabajos siguiendo la línea habitual.
- ...
Estas propuestas estaban muy bien argumentadas y acompañadas de un montón de aportaciones y sugerencias muy creativas y atractivas; yo no sabría cuál elegir; la primera suponía dar un salto cualitativo necesario e interesante pero significaba renunciar a la improvisación, diversidad y libertad que siempre caracterizaron estos congresos y que tanto nos atraen. Me estaba preguntando cómo se podría introducir una sin renunciar a la otra cuando llegó tu alternativa y me pareció la solución perfecta para incluir ambas. La estructura elegida diariamente también me pareció muy acertada y creativa.
En cuanto al tema elegido: “Psicodrama en Síndromes y Conflictos Culturales”, quiero manifestar mi total apoyo al mismo por varias razones:
- Es un tema de actualidad, que nos afecta personal y socialmente.
- Es un tema esencialmente psicodramático, de intervención en escalas muy diferentes (personal, comunitaria...).
- ...
- Y, sobre todo, me parece especialmente interesante porque daría continuidad y espacio escénico (siguiendo una estructura psicodramática) a la latencia grupal que atravesó el primer Ibero en Salamanca. Pienso que sería una buena manera de intentar cerrar un ciclo: Salamanca-(....)-A Coruña.
14.10.05 Marisol Filgueira
Antolina: sí, creo que hemos dado con la clave para compaginar en el programa las dos propuestas tan diferentes, y he mantenido el tema, como es nuestra costumbre, pero también con fines estratégicos para las ayudas institucionales –es un tema de plena actualidad en nuestro país, que está generando mucho movimiento en todos los ámbitos y no impide que se presenten trabajos sobre otros temas, para los que destinaremos las salas simultáneas que se vean necesarias. Efectivamente, también cierra (o mantiene) un ciclo: XII (La Coruña 1996) y XIII (Salamanca 1997) Reunión Nacional de la AEP, I Iberoamericano (Salamanca 1997), XIX AEP (Salamanca 2003) y VI Iberoamericano (La Coruña 2007) versan sobre la interculturalidad. Curiosamente, hoy comienza la Cumbre Iberoamericana en Salamanca, donde se va tratar el tema de la emigración entre otros...
15.10.05 Marisol Filgueira
Querid@s amig@s tod@s: a mi se me están pasando todos los días festivos sin enterarme ni qué se celebra, enfrascada en la tarea de montar estos archivos para la web del Foro y el congreso. Se me ocurre que este Caldeamiento ya está siendo muy fuerte y no me atrevo a anticipar cómo será la Clausura, lo que sé es que cuanto más leo vuestras aportaciones más pánico escénico me entra. Espero no defraudar (el nivel es muy alto). Ojalá que podamos intercambiar y compartir tan variadas visiones.
He buscado una solución intermedia a la polémica creada en torno al programa. Insisto en que debe quedar claro que el programa preliminar propuesto es, por el momento, un trámite burocrático necesario para poner en marcha la organización, que es flexible, adaptable, extensible, modificable... al gusto de lo que se nos vaya ofreciendo y demandando. He creado la expresión ‘Otras actividades’ para insertar en esos espacios cualquier modalidad de trabajo/colaboración/actividad que se os pueda ocurrir y no figure en este momento. Voy a intentar encajar en el programa todas las propuestas antiguas y nuevas, en la medida de lo posible, una vez garantizada su calidad por el Comité Científico. Habrá espacios para todas las edades, géneros, razas y religiones... Sergio (y demás que opinaron sobre esto): he mantenido el tema de las ponencias principales como estrategia para aumentar la probabilidad de lograr ayudas institucionales (hay mucho interés en España en este momento por estas cuestiones) y también para dejar nuestro sello personal. Espero que no se viva como un acto caprichoso de terquedad o rebeldía, sobre todo porque abriremos todo el espacio que sea necesario para el resto de las temáticas y áreas de trabajo que se quieran abordar. Todos nuestros congresos aquí han tenido tema, pero ello nunca impidió que se presentasen cuantos talleres y comunicaciones de temas libres se ofrecieron (con la calidad exigible). Hemos destinado las ponencias teóricas principalmente a las mañanas y los talleres a las tardes, pero podremos hacer todas las combinaciones que necesitemos. He aplazado las fechas de recepción de trabajos y corregido las instrucciones. Si hay tiempo, procuraremos facilitar los trabajos recibidos en un CD y tal vez podríamos dejar la publicación del libro para después, incluyendo las reflexiones que hagamos post-congreso. Si se realizan fotografías, grabaciones,... éstas se pueden cargar en la web.
Necesito que me confirméis si os parece bien dejar la reunión del Foro a última hora de la tarde del sábado (antes de la fiesta de clausura) o queréis pasarla al domingo por la mañana. Recuerdo: el domingo será resacoso (esto lo pueden confirmar quienes han asistido a las clausuras organizadas por los gallegos) y habrá excursiones guiadas para quienes quieran quedarse en nuestra tierra algún día más (¡merece la pena, qué voy a decir yo!).
La agencia de congresos llevará el peso de la organización permanentemente supervisada por mi y el comité organizador para todas las decisiones. Ya todos tenemos funciones específicas encomendadas y estamos en marcha para dar satisfacción a las demandas recibidas y lograr que nuestro proyecto llegue a buen puerto. Yo organizaré el programa (con la ayuda del comité científico ya nombrado a falta de algunas confirmaciones), los psiquiatras ya tienen su dossier para contactar con la industria farmacéutica, los demás compañeros se encargan de: ‘alojamientos solidarios’, colaboraciones de instituciones, traducción al gallego, desarrollo de la web... etc. etc. He dado instrucciones para que se empiecen a maquetar carteles (de cara a los próximos eventos y para las escuelas), para que se reserven más salas de trabajo, y para gestionar la posibilidad de vuelos charter a tarifas económicas.
Estamos revisando el reglamento de México para adaptarlo a nuestro caso y remitirlo a todos a fin de recabar opiniones para las oportunas correcciones.
Asimismo, enviaré una pequeña guía básica de manejo de la web http://fidp.net y su presupuesto: será un portal permanente, dinámico e interactivo, cuya inversión inicial por diseño y puesta en marcha es mayor que en el caso de una página estática, 3000 euros, pero evita los costes de tener que diseñar una nueva página en cada edición del congreso, y también los costes de mantenimiento van disminuyendo desde 2000 euros por todo el período de organización del VIº Congreso hasta quedar a la larga en tan sólo la tarifa por el servidor –unos 60 euros anuales-, dado que se mantiene operativo sencillamente por la intervención de los usuarios con un mínimo soporte técnico. Es muy importante que todos vosotros, vuestros colegas, alumnos... etc. os registréis como usuarios y contactéis con el administrador Juan R. Marticorena aiga@mundo-r.com cuando queráis en la web un rol que os permita, no sólo leer y participar en los comentarios, sino además editar información (crear secciones y páginas nuevas... etc.). La web está configurada para que la estructura (títulos de las secciones) pueda leerse en español, portugués, gallego e inglés (el idioma de cada cual se determina al registrarse como usuario), pero los contenidos los hay que ir traduciendo. Yo manejo el inglés. Espero que Margarida, Sergio... sigan ayudando con la traducción al portugués. Ya hay bastante información cargada, lo podéis comprobar. Vamos a canalizar allí las inscripciones, debates y toda la información sobre la organización... esto agiliza las tareas y economiza gastos (he pensado que no merece la pena sacar el pre-programa en imprenta, puesto que se puede imprimir desde la web, y nos reservamos ese gasto para hacer más ejemplares del programa definitivo) . Cuantos más aprendamos el manejo y participemos en el mantenimiento de la web más podremos prescindir del técnico y más pronto se reducirá el coste de mantenimiento. Además, si todos nos registramos nos podemos evitar los envíos masivos de e-mails.
Sigo necesitando de vuestra colaboración para sacar adelante todo el trabajo que generáis (esta co-creación es muy moreniana pero también muy fatigosa). Y, como véis, salvo en lo del tema, he sido bastante obediente en todo lo demás. Saludos. Marisol.
21.10.05 Ana Merás
… pienso que en este escenario y en este momento la interculturalidad es el emergente grupal, y el desafío de la sociedad es la integración de las diferencias en todos los ámbitos. Me parece un acierto el tema con el que nos convocas y un acierto dirigir a tantos y tan diferentes directores.